junho 14, 2010

Contraditório

Tenho em mim, um coração metamórfico.

Uma hora bandido, vil.

Domina minhas emoções

e rouba todo o meu corpo.

Que em impulsos vazios

Se faz cair em abismos

Fins de poço quem sabe?


Busca sem saber e sem querer,

A qualquer preço

Escuridão total , a própria sepultura.


Ao encontrar ,

cansa-se da morte

Sabe que está vivo e bate forte.

Acorda de um sono profundo

de sua própria distração.

E fica confuso, sem rumo, sem saber que direção tomar


Está sedento de luz.

É a vez do coração valente;

Que teme sua própria ambigüidade

vive pelo juramento

de jamais entregar o corpo às trevas

Sem saber muito bem como o fará.

Apenas confia na luz.

O corpo?

Alegre e protegido.

duvida(...)

Ainda dúvida.

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